ESCOLA E DISCIPLINA (VEIGA-NETO, 2006, p. 30)

 “A partir do século XVII a escola constituiu-se como a mais eficiente maquinaria encarregada de fabricar as subjetividades” (VEIGA-NETO, 2006, p. 34)




“a disciplinaridade se apresentou como o eficiente operador prático incorporado, capaz de aproximar e combinar todo um conjunto de dispositivos temporais e espaciais, ópticos e discursivos, ritualísticos e prescritivos, normatizadores e normalizadores, atitudinais e cognitivos, todos eles a serviço de instaurar um novo tipo de sociedade a que Foucault chamou de sociedade disciplinar” (VEIGA-NETO, 2006, p. 30)

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