Sociedade pós-moderna, industrialização, consumo SANTOS, 1986. p.7-8


“A tecnociência invade o cotidiano com mil artefatos e serviços, mas não oferece nenhum valor moral além do hedonismo consumista” (SANTOS, 1989, pág. 73).


“O pós-modernismo é coisa típica das sociedades pós-industriais baseadas na informação” (SANTOS, 1989, pág.11).



“O sangue dos sistemas pós-industriais é o circuito informação-estetização-erotização-personalização” (SANTOS 1989, pág. 30).



“Simular por imagens como na TV, que dá o mundo acontecendo, significa apagar a diferença entre real e imaginário, ser e aparência. Fica apenas o simulacro passando por real.” (SANTOS, 1989, pág.12).



“Pós-modernismo é o nome aplicado às mudanças ocorridas nas ciências, nas artes e nas sociedades avançadas desde 1950, quando, por convenção, se encerra o modernismo(1900-1950). Ele nasce com a arquitetura e a computação nos anos 60. cresce ao entrar pela filosofia, durante os anos 70, como crítica da cultura ocidental. E amadurece hoje, alastrando-se na moda, no cinema, na música e no cotidiano programado pela tecnociência(ciência + tecnologia invadindo o cotidiano com desde alimentos processados até microcomputadores)sem que ninguém saiba se é decadência ou renascimento cultural.” SANTOS, 1986. p.7-8



“Com a invasão da computação digital no cotidiano... estamos assistindo à digitalização do social... O bit é a base lógica do computador e constitui, atualmente, o gargalo binário por onde o social está sendo forçado a passar. Na pós-modernidade, o indivíduo vive banhado num rio de testes permanentes. Digitalizados, os signos pedem escolha. Não uma decisão profunda, existencial, mas uma resposta rápida, impulsiva, boa para o consumo.”
SANTOS, 1986.p.16-17



“Desconstruir o discurso não é destruí-lo, nem mostrar como foi construído, mas pôr a nu o não dito por trás do que foi dito, buscar o silenciado (reprimido) sob o que foi falado”. SANTOS,1986.p.71

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