O sujeito do discurso, análise do discurso...

“ninguém sonhe em negar que existem diversas séries de universos discursivos logicamente estabilizados, inscritos no espaço das ciências matemáticas e das ciências naturais (...) é imperioso reconhecer que toda língua natural é também a condição da existência de universos discursivos não estabilizados logicamente, próprios ao espaço sócio-histórico dos rituais ideológicos, discursivos filosóficos, enunciados políticos, expressão cultural e estética (...) nos quais a ambigüidade e o equívoco constituem um fato estrutural incontornável” (Pêcheux,1998:50).



“o sujeito do discurso continua sendo concebido como puro efeito de assujeitamento à maquinaria da FD com a qual ele se identifica” (Pêcheux, 1983: 314).  




“todo mundo tenha acesso a eles. Rarefação dos sujeitos que falam; ninguém entrará na ordem do discurso se não satisfizer a certas exigências ou se não for, de início, qualificado para fazê-lo. Mais precisamente: nem todas as regiões do discurso são igualmente abertas e penetráveis; algumas são proibidas (diferenciadas e diferenciantes), enquanto outras parecem quase abertas a todos os ventos e prosas, sem restrição prévia, à disposição de cada sujeito que fala” (Foucault, 1996: 37).

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