Eu lirico e poeta



Bonet (1969: 163): “Classificada a obra, embutida em seu fórnice, sabemos a que família estética pertence, a que espécie, e quais são as idéias do autor sobre arte. (...)”.


 
Caras (1986), “o poeta moderno se vê projetado no mundo exterior , sabendo que desse mundo poderá fazer apenas uma tradução parcial”,
 
 
Baudelaire (1996)“a modernidade é o transitório, o efêmero, o contingente, é a metade da arte, sendo a outra metade o eterno e o imutável”. Para o mesmo poeta, a modernidade tem a capacidade de “extrair o eterno do transitório”.
 
 
“Se a característica específica da poesia reside antes na visão própria que oferece a realidade do que no fato de ser expressa em versos, sua análise há de implicar, sobretudo e em última instância, essa concepção de mundo (...). Refiro-me ao seguinte: sabemos que poesia se identifica como a expressão do ‘eu’ por meio de linguagem conotativa ou de metáforas polivalentes.” (MOISÉS, 1996: 41)


“todo o nosso ser já é vontade de vida” (SHOPENHAUER, 1994)
 
 
“O EU é Augusto, sua carne, seu sangue, seu sopro de vida. É ele integralmente, no desnudo gritante de sua sinceridade” (SOARES, 1919).
 
 
“a manifestação poética de um jogo híbrido: nascimento/vida/morte/re-nascimento” (HELENA, 1984).
 
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