Estado e Sociedade Martin Carnoy (1986, p 95) (Gramsci, 1976, p 217)

Martin Carnoy (1986, p 95),[...] o primeiro é um processo na sociedade civil pelo qual uma parte da classe dominante exerce o controle, através de sua liderança moral e intelectual, sobre outras frações aliadas da classe dominante. [...] O segundo é a relação entre as classes dominantes e as dominadas. A hegemonia compreende às tentativas bem sucedidas da classe em usar sua liderança política, moral e intelectual para impor sua visão de mundo como inteiramente abrangente e universal, e para moldar os interesses e as necessidades dos grupos subordinados.


Só se pode julgar a atividade econômica de um país em relação ao mercado internacional, ela ‘existe’ e é avaliada quando inserida numa unidade internacional. (...) Todo o conjunto econômico nacional projeta-se no excedente exportado em troca de uma correspondente importância (Gramsci, 1976, p 217).


[...] por uma materialidade (social) própria: enquanto a “sociedade política” tem seus portadores materiais nos “aparelhos coercitivos do Estado”, os portadores materiais da “sociedade civil” são o que Gramsci chama de “aparelhos privados de hegemonia. (Coutinho, 1994, p 54)



Também para Gramsci [...] a sociedade civil “é o verdadeiro lar [folclore], o teatro de toda a história”. Mas isso não pode ser entendido no sentido de uma relação em que o Estado passa de “determinante” a “determinado”, de “condicionante” a “condicionado” (Vacca, 1996, p 47).





O Estado é todo o conjunto de atividades teóricas e práticas com as quais a classe dirigente justifica e mantém não somente a sua dominação, mas também consegue obter o consenso ativo dos governados (Gramsci, 1976, p 87).

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