Objetivos e perpectivas da educação



Shor (1993, p. 25): "a pedagogia social de Freire define a educação como um espaço onde se constrói o individual e o social, onde a ação social pode também fortalecer ou fazer os estudantes submissos. Nas aulas livres sugeridas por Freire, o professor propõe problemas derivados da vida do estudante, dos aspectos sociais, de assuntos acadêmicos em um diálogo mutuamente criado."


Freire e Shor (1987, p. 123): Ao comunicarmos, no processo de conhecimento da realidade que transformamos, comunicamos e sabemos socialmente, apesar de o processo de comunicação, de conhecimento, de mudança, ter uma dimensão individual. Mas o aspecto individual não é suficiente para explicar o processo. É um evento social, ainda que com dimensões individuais.



Paulo Freire comprovou que os métodos novos, em que os alunos e professores aprendem juntos, são mais eficientes (Gadotti, 1989, p. 34).

Bimbi (apud Gadotti, 1989. P. 32), a originalidade do método Paulo Freire não reside apenas na eficácia dos métodos de alfabetização, mas sobretudo, na novidade de seus conteúdos para ‘conscientizar’ [ ...] .

Para desenvolver conhecimento gerativo, os estudantes precisam explicar e questionar o que se lhes diz, examinar o conteúdo novo em relação ao conteúdo familiar e construir estruturas de conhecimento novo (Resnick, Klopfer, apud Good, Brphy, op. cit., p. 157).


os humanos pensam, aprendem conceitos e solucionam problemas (Ausebel; Bruner, Goodnow, Austin apud Woolfolk, 1996).


Os modelos construtivistas são modelos de aprendizagem que enfatizam o desenvolvimento do conhecimento novo nos estudantes através dos processos de construção ativa que vinculam o conhecimento novo ao conhecimento prévio (Good, Brophy, 1997, p. 156).



Embora os Gestaltistas concordassem que uma simples sensação lógica pudesse ser subentendida para a compreensão da percepção organizada, eles argumentavam que as mesmas percepções eram básicas para a experiência (Dember, 1980, p. 481).

características especificas das funções da mente, como comportamentos semelhantes aos ocorridos quando se citam relatos (introspeção) fornecidos pelas pessoas a respeito das suas experiências sensoriais (Dember, 1980, p. 482).


Maturana (1994, p. 231): organismo e meio mudam necessariamente de maneira harmoniosa enquanto o organismo viva; e se o meio for outro ser humano, dois seres vivos em interações recorrentes mudam juntos de maneira harmoniosa (...). Aquilo a que fazemos referência quando falamos de aprender, é o resultado de uma história de transformação harmoniosa, de dois ou mais sistemas que interatuam recorrentemente, visto da perspectiva dos distintos momento desta história.



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