Literatura e formação do homem

 "o problema então está em captar as razões da exclusão entre a riqueza dos acontecimentos e a angústia e a pobreza de nossa experiência, encontrar a raiz da estreiteza de nossas possibilidades de transformar em evento aquilo que é mero acontecimento" Marramao (1995, p. 175).



Jamenson, “[e]m Adorno, a tirania do conceito, a abstração, a ‘identidade’ podem ser vencidas de várias maneiras, entre as quais a proposta de uma ‘dialética negativa’ funciona como algo semelhante a uma codificação e a um programa estratégico global" (2000, p. 241)


 “A técnica literária de Kafka se apega, por associação, às palavras, da mesma forma como a técnica proustiana da lembrança involuntária se apega às sensações, mas com o resultado oposto: em vez da rememoração do humano, há a prova exemplar da desumanização. A sua pressão obriga os sujeitos a uma espécie de regressão biológica, preparando o caminho para as parábolas animais de Kafka. Em sua obra tudo se dirige a um instante crucial, onde os homens tomam consciência de que não são eles mesmos, são coisas”. (Adorno, 1998, p. 251).




“[u]m signo representa, mas é, também ele, um objeto (essa é uma implicação direta do processo da semiose). Dito de outra maneira, um signo é uma entidade, um isso e, portanto, uma id-entidade. Ao se mostrar, o signo tanto pode exibir seu objeto (e, assim, ser ícone) ou exibir-se a si mesmo, obscurecendo seu objeto (mostrando-se, neste caso, como um qualissigno)" (Pinto, 1995, p. 26, grifos do autor).


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