Escola, família, professor e psicologia...

[...] e é por isso que o faz-de-conta se constitui um dos mais importantes referenciais do trabalho psicopedagógico. É através dele que avaliamos o desenvolvimento das crianças [...] (Rosseti-Ferreira, 1998, p. 96).


Educar significa, portanto, propiciar situações de cuidados, brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma integrada e que possam contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, de ser e estar com os outros [...] (Referencial Curricular Nacional, 1998, p. 23).


“[...] a demanda pelos serviços psicológicos vem aumentando [...]” (Guzzo, 1993, p. 44)


[...] produção coletiva de uma nova práxis educativa, o Psicólogo pode contribuir em muito com a análise e redimensionamento das relações sociais que se estabelecem no contexto educacional [...]” (Zanella, 1997, p. 226).

A família, em decorrência dos avanços sociais, econômicos e tecnológicos, tem mudado seus papéis [...], mães e pais têm cada vez mais negociado entre si as tarefas domésticas e responsabilidades no geral. A escola tem também avançado para oferecer aos alunos uma educação pertinente à nossa época. A aproximação das duas instituições é também uma tentativa de rever esses papéis tradicionais e, acima de tudo, visando melhorar a condição de vida e educação de nossas crianças (Bhering e Siraj-Blatchford, 1999, p. 192).


Siqueira e Nuernberg (1998, p. 123), “a linguagem exerce o papel de instrumento [...], permitindo o registro e a transmissão da produção cultural [...]”.






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