Educação Profissionalizante VIEIRA, 2001, P.28 )

“expedirem normas sobre os componentes curriculares da parte  diversificada e sobre o tratamento a ser dado á preparação para o trabalho”.  (VIEIRA, 2001, P.28 ).



“Em outubro de 1988 o novo texto constitucional é aprovado, sendo um momento decisivo na história política do país e da educação” (VIEIRA, 2001, p.29).


“de uma Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional ( Lei n° 9.394/96) e da Lei n° 9.424/96, que instituiu o Fundo de Manutenção de Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério/ Fundef” (VIEIRA, 2001, P.30).



“No Brasil, a perspectiva do adestramento e do treinamento foi dominante até recentemente. A legislação educacional promulgada sob a égide do golpe de 1964 e tendo o economicismo como sustentação teórico-ideológica ainda está vigente., embora profundamente questionada, e, em parte superada (…)” (Frigotto, G. -1995: 143).






“Não há duvida de que as transformações nas estruturas produtivas e as mudanças tecnológicas colocam à educação novos problemas. Mas certamente algo se simplifica. Pela primeira vez, existe clareza suficiente de que é sobre a base de formação geral e sobre patamares elevados de educação formal que a discussão a respeito de profissionalização começa. E para obter tais objetivos o consenso político nunca pôde ser tão amplo, na medida em que unifica trabalhadores, empresários e outros setores sociais.”(Paiva, 1989:63 in Frigotto G.,1995: 143).


Tamanha tarefa exige profissional exímio, com correspondente remuneração, prestígio e competência. Esta carece de constante atualização, diante dos reclamos do mundo moderno e da condução inovadora da sociedade e da economia (…)” (Demo, P- 1995: 95).


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