Aprendizagem e memória ( Good, Brophy, 1997, p. 177).


Verden-Zöller (1994, p. 111): cada criança percorre na sua infância um caminho de transformação, que vai de sua orientação para a mãe, ritmicamente regulada pela biologia própria da simbiose básica da relação materno-infantil, via intimidade e confiança do jogo corporal, passando pela consciência operacional corporal e pela construção do tempo e do espaço como um meio diferente do da mãe, à orientação para si mesmos na construção de um eu, que ocorre com a crescente e confiante independência da mãe, que surge com a construção do tempo e do espaço próprios e chega até o desenvolvimento da consciência social e o respeito pelo outro, que ocorre com a aceitação dos outros através da confiança em si mesmo, que surge no manejo do espaço e do tempo em uma relação de mútuo respeito e confiança com uma mãe independente.


Maturana (ibid.): o educar constitui-se em um processo no qual a criança ou adulto convive com o outro e nessa convivência com o outro, transforma-se espontaneamente, de maneira que seu modo de viver se faz progressivamente mais harmônico com o outro no espaço de convivência. O educar ocorre, portanto, todo o tempo; de maneira recíproca, como uma transformação estrutural contingente a uma história no conviver resultando que as pessoas aprendam a viver de uma maneira configurada segundo o conviver da comunidade onde vivem. A educação como "sistema educacional" configura um mundo e os educandos confirman em seu viver, o mundo que viveram em sua educação. Os educadores, por sua vez, confirmam o mundo em que viveram ao ser educados no educar.





Maturana e Nisis (op. cit., p. 25), todos os seres humanos são especialistas na biologia do amor que consiste precisamente em que o professor ou a professora aceite a legitimidade dos seus alunos como seres válidos no presente, corrigindo somente seu fazer e não seu ser.


a retenção da aprendizagem nova depende da natureza e da intensidade das associações entre a aprendizagem nova e a aprendizagem prévia armazenada na memória ( Good, Brophy, 1997, p. 177).

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