As globalizações tecnológicas e econômicas - Wolton (2003, p. 22) , Miranda (2000, p. 29)

 “[...] a maioria esmagadora não vive, não compreende e menos ainda se beneficia da globalização, embora esteja de fato sofrendo suas conseqüências e seja direta ou indiretamente afetada por ela de modo efetivo e profundo”. Quéau (1998, p. 198)



 “[...] de fato, as globalizações tecnológicas e econômicas estão interligadas e afetam todos os países, direta ou indiretamente”. Trata-se, então, de um fenômeno mundial que vem alastrando-se assustadoramente há cerca de duas décadas, fazendo surgir uma nova espécie de colonialismo.Quéau (1998, p. 199)

 “Os últimos vinte anos do século passado foram dominados pela definição técnica e econômica da comunicação. O começo do século XXI, com os conflitos e o terrorismo, descobre novamente a importância de uma definição humanista e política da comunicação”.Wolton (2003, p. 25)

  “Confrontados com o poder e a influência do mercado, o Estado-Nação está debilitado e perde seu sentido simbólico, os mesmos valores que tornaram sua existência possível e significante”.Quéau (1998, p. 199):


Em síntese, os elementos estruturais da sociedade da informação enfrentam hoje, entre outros, dois fortes condicionantes de natureza tanto conceitual quanto contextual: em primeiro lugar, uma retirada progressiva do Estado, em benefício do espaço privado e mercantil, facilitando a acumulação de capital e a mercantilização dos espaços informacionais e culturais [...].”Miranda (2000, p. 29)



A globalização da informação, ao invés de aproximar os pontos de vista, é mais freqüentemente um acelerador das divergências de interpretação, simplesmente porque se havia esquecido da heterogeneidade dos receptores... Se o fundamentalismo religioso é hoje uma das fontes de terrorismo, se deve também ao fim das oposições ideológicas, aos estragos da globalização, à dificuldade de construir rapidamente referências simbólicas comuns ao novo mundo que transformam as identidades culturais religiosas em “cinto de Kamikaze”. “
Wolton (2003, p. 22)


 “Os últimos vinte anos do século passado foram dominados pela definição técnica e econômica da comunicação. O começo do século XXI, com os conflitos e o terrorismo, descobre novamente a importância de uma definição humanista e política da comunicação”.Wolton (2003, p. 25)



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