humano, humanismo M. H. Spielmann e G. S. Layard, Kate Greenaway (1905), p. 190.


Todavia, se brandimos a espada do extermínio à medida que avançamos, não temos razão para lamentar o mal cometido, nem para imaginar, com o poeta escocês, que "-violamos a união social da natureza" [ ... ]. Devemos apenas refletir que ao obter, assim, a posse da terra por conquista e ao defender nossas aquisições pela força, não exercemos nenhuma prerrogativa exclusiva. Toda espécie que se expandiu de uma área pequena para um espaço mais amplo, precisou, de maneira análoga, marear seu progresso pela diminuição, senão pelo completo extermínio, de alguma outra, assim como necessitou conservar o seu terreno mediante uma luta bem-sucedida contra as invasões de outras plantas e animais [ ... ]. As espécies mais insignificantes e diminutas, quer no reino animal, quer no vegetal, também eliminaram milhares, à medida que se disseminavam por todo o globo, assim como o leão, quando pela primeira vez se espalhou pelas regiões tropicais da África. Charles Lyell, Principles of Geology [Princípios de Geologia, 1830-31, 11, p. 156]

É tão horrível as coisas precisarem ser mortas para que nos alimentemos delas - parece tão perverso. E no entanto temos que fazê-lo - ou morrer nós mesmos.
Kate Greenaway a Violet Dickinson, 14 de julho de 1897; in M. H. Spielmann e G. S. Layard, Kate Greenaway (1905), p. 190.


A criação do domínio mental da fantasia encontra um Paralelo Perfeito no estabelecimento de "reservas" ou "parques naturais" em lugares onde as exigências da agricultura, das comunicações e da indústria ameaçam ocasionar mudanças na face original da terra que logo a tomarão irreconhecível. Uma reserva natural conserva o estado original que em todas as outras partes foi, para nosso pesar, sacrificado à necessidade. Todas as coisas, incluindo o que é inútil e mesmo nocivo, nela podem crescer e proliferar livremente.

Sigmund Freud, Introductory Lectures on PsychoAnalvsis [Conferências introdutórias sobre a Psicanálise, parte 11I1 [Standard Edition of the Complete Psychological Works of Sigmund Freud, tradução de James Strachey et alii, XVI (1963), p. 372)



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