Comunicação, economia e capitalismo

"as categorias teóricas marxistas ajudaram muito a compreensão da realidade brasileira. Mas, ao contrário do que pensam muitas pessoas dentro do próprio partido [Comunista], ele não é um dogma. Nem o socialismo é algo parado à sombra de um modelo. Depende das condições concretas de cada país, no tempo e no espaço" (MARX, 2002: 94).





"A problemática dos Estudos de Recepção está centrada em como se dão as inter-relações emissor/receptor e quais os fatores intervenientes nessa relação, bem como quais as formas de apropriação e ressignificação dos sentidos que circulam na pluralidade dos discursos sociais e que constituem o material simbólico quanto aos receptores" (PAULINO, 1999: 31)



"Eles não constituem uma escola porque seus trabalhos não abordam os mesmos temas, além de serem sensíveis as diferenças entre si. Mas têm em comum a preocupação de colocar em evidência o lado econômico  da comunicação, a formação dos grandes grupos econômicos transnacionais, os fenômenos de dominação daí resultantes, assim como os aspectos estratégicos dos fluxos transnacionais de informações ou produtos culturais" (MIÈGE, 2000: 58,




"à negação de sentido e legitimidade de todas as práticas e modos de produção cultural que não vêm do centro, nacional ou internacional, à negação do popular como sujeito que não só pela indústria cultural, como também por uma concepção dominante do político que tem sido incapaz de assumir a especificidade do poder exercido a partir da cultura, e tem achatado a pluralidade e complexidade dos conflitos sociais sobre um eixo unificante do conflito de classes"
(MARTÍN-BARBERO, 2003: 97





"[...]um determinado modo de produção ou uma determinada fase industrial estão constantemente ligados a uma fase social determinada, e que tal modo de cooperação é, ele próprio, uma ‘força produtiva’; segue-se igualmente que a soma das forças produtivas acessíveis aos homens condiciona o estado social e que, por conseguinte, a ‘história da humanidade deve ser sempre estudada e elaborada em conexão com a história da indústria e das trocas’ " (MARX & ENGELS, 1999: 42).

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